
Olá
Depois dos reconhecimentos temos de tratar da parte grafica da coisa, aqui está o primeiro e talvez o cartaz final.







Claro que a determinada altura lá tivemos nós de fazer a famosa estrada dos semáforos (sim deve de ser a estrada nacional com mais semáforos por metro linear que conheço), que nos levou até à Figueira da Foz, onde se fez a ultima grande refeição da Volta. É claro que o amigo Nelson não podia faltar, servindo de cicerone e de fotógrafo, a malta já não tinha memória nos cartões.
Estávamos pertissimo de casa, mas não deixamos de seguir pelo caminho mais próximo do Atlântico possível ou seja por dentro das Matas Nacionais d’El Rei. Chegando por fim ao ponto de partida que era nem mais nem menos do que o famoso “castelo” de S. Pedro de Moel. 
Para o ano há mais …
Como manda a lei, lá tivemos de parar onde não devíamos e a consequência foi que perdemos um dos companheiros de viagem, passando pela fronteira da Portela do Homem, os CB’s não alcançavam o elemento perdido, mas como diz um dos companheiros de viagem, lá tivemos de ir ver se era desta que comprávamos caramelos. Depois de alguns Km’s em terras do Rei de Espanha, lá tivemos de acabar por abastecer, mais alguns Km’s e entramos novamente em Portugal, sim é verdade que os ditos caramelos nem vê-los. 



noite anterior, cafezinho e água e lá deixamos nós Bragança para trás.Ah! neste dia chegamos à conclusão que ao programar a viagem contamos um dia a menos. 
Chegados à zona da barragem de Paradela, no Parque Nacional da Peneda-Geres, resolvemos ir ver uma cascata, mas para tal havia que seguir por um caminho de terra batida, mas como bons condutores e amantes das nossas maquinas, perguntamos a um local se o caminho era transitável ao que nos foi dada resposta positiva.
à
próxima aldeia serrana e é aqui que surge a peripécia do dia, 3 horas 3 kilometros, sim leram bem 3 horas para fazer 3 kilometros, o caminho até à cascata estava óptimo o local não nos enganou, esqueceu-se foi de nos dizer é que do outro lado o caminho estava bastante degradado em virtude as chuvas mas como bons bicavalistas nada nos podia deter e verdade seja dita que a muita força de braços todos os carros passaram pelas dificuldades que o terreno nos colocou sem sobressaltos de maior, depois desta “aventura” bebi a cervejinha que melhor me soube em toda a viagem, sim que a malta assim que apanhou um tasco aberto abancou que nem uns lordes, depois da bela da bejeca foi a hora do petisco e dos contactos com os amigos que adoram este tipo de troços, ou seja quando saímos do tasco já era de noite, a malta não gosta nada destas coisas…
Pousada da Juventude de Vilarinho das furnas, este foi um grande dia que começou bem calminho…


canto do país a visitar. Sim Miranda do Douro é mesmo muito bonita assim como os seus monumentos e paisagens envolventes, depois de registar o momento há que seguir viagem até ao ponto de repouso e lá fomos nós por paisagens transmontanas com curva sim e curva também em nacionais mal sinalizadas e onde os enganos podiam acontecer e aconteceram, sim às tantas demos connosco a dar 3 voltas na aldeia de Vale de Penas, sim a estrada acabou e a seguir era Espanha, estávamos na linha de fronteira, lá voltamos atrás para corrigir o erro fazendo mais uma série de km com mais umas curvas entrelaçadas até que chegamos a mais uma bela localidade com uma igreja lindíssima que não podíamos deixar em claro, mais uma sessão
fotográfica antes de nos dirigirmos para Bragança.
dormir enquanto os restantes resolvemos ir até ao “farol”, que por acaso só fica na extremidade oposta onde nos encontrávamos, e lá fomos nós a pé para beber um bela água dentro das muralhas e dar uns dedos de conversa, mais uma bela caminhada até à pousada onde ainda se navegou um pouco na net de rapadinha …